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CASO ENFERMEIRA

Sempre me ensinaram a respeitar todos os seres, pessoas, animais e plantas. Independente da religião de quem esta lendo, observamos a presença se todos os seres reunidos em diversas passagens bíblicas. Acredito, que um ser superior, como quiserem chamá-lo, tenha um propósito com isso: o amor ao próximo.

Por esse motivo não posso deixar de demostrar minha total indignação com o ato da enfermeira que matou um York Shire.

Não sei o motivo, e sinceramente jamais entederia, não cabe a mim julgá-la ou até mesmo condená-la, não que eu não tenha pensado em fazer o mesmo que fez com o cachorrinho, afinal, não sou nenhuma santa. Mas cabe a justiça decidir o que fazer com uma mulher como essa.

Não somente pelo cachorro, mas também pela criança que presenciou tudo. Que referência de mãe ela vai ter?

Gostaria muito de poder ver a justiça brasileira tomar uma atitude. E se depender de mim, isso não vai ser esquecido.

Essa é a minha cachorrinha. Faz parte da família!

 

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POLITICAMENTO CORRETO

Muito se falou sobre a propaganda em que Gisele Bündchen aparecia de calcinha e sutiã, falando com o marido sobre o estouro do cartão de crédito ou a batida de carro.

A discussão chegou ao governo federal através da Secretaria de Políticas para as Mulheres (???). Este órgão chegou a pedir a retirada da peça publicitária do ar.

Muitas opiniões surgiram, condenando ou ignorando tanto furdunço, o que só fez aguçar, ainda mais, a curiosidade de ver a modelo Gisele (linda e com um mega corpão) somente de lingerie.

Outra propaganda que causou muito “diz que diz” (me apropriando de um trecho da letra de Marcelo D2) foi a publicidade da Havaianas, onde uma vovó, muito moderna, sugere a neta que somente faça sexo com o autor Cauã Reymond.

Vamos e venhamos, a cada dia a falta de humor do brasileiro esta menor, junto com as preocupações a respeito de nossa política.

Quem, mulher, nunca usou um “jeitinho especial” para pedir ou dizer algo ao marido, namorado… A propaganda da Hope é excelente, criativa e com um toque de humor e sensualidade, que a meu ver não agride em nada a minha feminilidade.

A da Havaianas é muito atual, inclusive, temos um programa chamado “Amor e Sexo” que trata de uma forma bastante descontraída sobre “um tema tão polêmico”.

Agora, vetar uma propaganda por usar a palavra sexo????  Sinto me nos anos da ditadura em pleno século 21.

Acredito que devemos ser críticos sim, mas principalmente autocríticos. Será que não estamos exagerando? Tenho coisa melhor para me preocupar?

Não levemos tudo tão a sério. A vida já é seria demais, uma dose de humor é sempre bem vinda, e não tem contra indicações.

 

Texto e Arte: Raquel Albuquerque

 

PAZ SEM VOZ É MEDO!

Boa intenção, mensagem interessante,

Mas na vida real funciona?

Desculpa, mas não, não funciona.

A propaganda na televisão mostra duas mulheres conversando e
uma delas diz que foi assaltada de novo, ao final o locutor diz: “ Você sempre comunica
apra alguém, conte também para as autoridades…”

Pra que?

É verdade, pra que?

Pra eles fazerem essa pergunta pra você: Pra que você quer fazer um
BO sobre o arrombamento do seu carro? Pro seguro?

Você: Não, pra vocês tomarem alguma providencia.

Polícia: Olha moça, se a gente pegar eles, eles vão ficar
presos alguns dias e logo vão estar na rua, só fica preso quando eles matarem
você, a lei no Brasil é assim.

Paz sem voz é medo! Paz com voz também é medo!

Link da propaganda: http://www.youtube.com/watch?v=Ox5oFt2ub7w

GLADIANDO

GLADIADOR

Nunca entendi em que momento nos tornamos adultos.

Acreditei que fosse no momento que atingisse a maioridade penal. Pensei, talvez, depois da tão sonhada formatura da faculdade.

Mas atualmente estou certo que cada um tem o seu momento! O meu chegou!

Agora entendo muito bem quando me disseram: “A família te ensina o amor, a vida te ensina a dor”.

E essa “dor” veio em forma de fofocas, frases mal ditas e muita inveja.

Tentei agradar a gregos e troianos, mas não pensei que seria tão difícil me manter em pé diante dessas duas grandes civilizações.

Levei alguns “socos”, vi muitos tirarem suas espadas da bainha e virem em minha direção, na maioria das vezes nem meu escudo estava em mãos pra minha proteção, observei também soldados saírem do campo de batalha por não terem armas suficientes para essa guerra.

Essa luta pra mim acabou!

Para alguns fui fraca por não manter a cabeça erguida já que outras guerras sempre aconteceram, independente da província que tentarei conquistar. Para outros fui forte por ter suportado situações adversas por um grande tempo.

Entretanto, penso que sábio é aquele que sabe identificar por qual guerra vale a pena lutar!

Mas acredito em mim e na minha honestidade, afinal, estou assinando o texto e me colocando a disposição para qualquer estratégia que tenha sido mal calculada.

É, acho que cresci. Sou adulta!